“TERRITÓRIO NA GEOGRAFIA DE MILTON SANTOS”
Um ano é um fragmento do tempo marcado com eventos impactantes. Um livro original que vem a lume é um desses eventos. Antonio Carlos Robert Moraes nos oferece mais um de seus estudos, agora reverenciando o pensamento de um dos mais ilustres geógrafos da atualidade. Recebi-o com dupla alegria: como p...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Ceará (UECE) |
| Repositorio: | GeoUECE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uece.br:article/7021 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uece.br/index.php/GeoUECE/article/view/7021 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | RESENHA TERRITÓRIO NA GEOGRAFIA DE MILTON SANTOS |
| Sumario: | Um ano é um fragmento do tempo marcado com eventos impactantes. Um livro original que vem a lume é um desses eventos. Antonio Carlos Robert Moraes nos oferece mais um de seus estudos, agora reverenciando o pensamento de um dos mais ilustres geógrafos da atualidade. Recebi-o com dupla alegria: como presente e como convite a manter a viagem pela vasta produção do destacado geógrafo brasileiro, de quem fui orientando e, com muita honra, amigo. Repito o que registra o autor: “é, antes de tudo, uma homenagem ao Professor Milton Santos” (p. 9). Se vivo estivesse, muito lhe agradaria, como intelectual e homem de idéia. Pelo título, o autor revela sua intenção, mas explicita-a na Introdução da obra: “ território (...), selecionado para conduzir nossa análise” (p. 14). Diríamos que Moraes, com seu fôlego de fino intelectual extrapola sua “empreitada”, ampliando o limite a que se propôs: logo na Introdução, nos oferece uma periodização da produção de Milton Santos, desde o meado do século passado, quando reafirma a “convivência de posturas metodológicas díspares é uma constante em sua produção, defendida explicitamente pelo autor” (p. 12); adiante, Moraes oferece comentários de temas e conceitos das obras em análise, como marginalidade (p.48), os dois circuitos (p. 50), formação social (p. 47 e 73), região (p. 85), rede (p. 96), entre outros. |
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