A importância das religiões de matriz africana, para preservação do meio - ambiente urbano

O presente artigo busca uma reflexão aprofundada da inter-relação existente entre preservação ambiental e as religiões de matriz africana, um desafio que se lança para os profissionais da educação e do turismo, interessados em oferecer respostas para a conservação desses espaços religiosos, que são...

Full description

Bibliographic Details
Author: Sales, Aurelice dos Santos
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2010
Country:Brasil
Institution:Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
Repository:Revista Eletrônica Científica Inovação e Tecnologia
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:periodicos.utfpr:article/4093
Online Access:https://periodicos.utfpr.edu.br/recit/article/view/4093
Access Level:Open access
Keyword:Ciencias Humanas
Religiões de Matriz Africana; Ambiente Urbano; Preservação;Turismo
Description
Summary:O presente artigo busca uma reflexão aprofundada da inter-relação existente entre preservação ambiental e as religiões de matriz africana, um desafio que se lança para os profissionais da educação e do turismo, interessados em oferecer respostas para a conservação desses espaços religiosos, que são instrumentos de sustentabilidade do ambiente urbano, hoje cada vez mais degradados. Recursos ambientais existentes nas áreas urbanas da cidade do Salvador estão sendo sumariamente destruídos em nome de uma especulação imobiliária e financeira lasciva. Avenida Paralela, Parques São Bartolomeu, Pituaçu, Abaeté, da Cidade, Dique do Tororó bairros como Cabula, São Cristóvão e Paripe, estão perdendo paulatinamente extensas áreas verdes, suas cachoeiras, rios e lagos estão sendo assoreados, poluídos até mesmo aterrados, sem falar da Baía de Todos os Santos, que serve muitas vezes de depositório de dejetos de esgotos domésticos, hospitalares e industriais. A importância das religiões de matriz africana para preservação ambiental urbanísticas das cidades em particular da cidade de São Salvador, é que “não existe orixás sem folhas”.