Arnaldo Antunes: por uma poética pós-concreta, hipermoderna

O trabalho artístico de Arnaldo Antunes tem se destacado por conter uma amplitude estética que engloba diversas ramificações do campo artístico. Isso o coloca como um dos mais inventivos poetas da atualidade. Ao lermos o que Gilles Lipovetsky (2015) salienta sobre a hipermodernidade, conseguimos enc...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Prudêncio, Leonardo
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ambar:tede/4636
Acesso em linha:http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/4636
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Arnaldo Antunes. Gilles Lipovetsky. Hipermodernidade. Poesia brasileira
Arnaldo Antunes. Gilles Lipovetsky. Hypermodernity. Brazilian Poetry
Linguistica, Letras e Artes: Letras
Descrição
Resumo:O trabalho artístico de Arnaldo Antunes tem se destacado por conter uma amplitude estética que engloba diversas ramificações do campo artístico. Isso o coloca como um dos mais inventivos poetas da atualidade. Ao lermos o que Gilles Lipovetsky (2015) salienta sobre a hipermodernidade, conseguimos encontrar algo de sua teoria evidenciado tanto na postura quanto na produção artística de Arnaldo Antunes. Para uma compreensão sobre o fazer literário moderno elencamos nomes como os de Paul Valéry (2018), Peter Bürguer (1993) e Harold Bloom (2003). Elencamos também teóricos que trabalham o tema da literatura contemporânea para nos auxiliarem nesse olhar condizente com o agora como Augusto de Campos (2015); Leonardo Villa-Forte (2019) Carlos Felipe Moisés (2019) e Antonio Cicero (2017). O ensaio crítico que Alessandra Santos (2012) desenvolveu sobre a obra do poeta Arnaldo Antunes nos auxiliou a uma compreensão mais ampla de sua seara poética, bem como, ter algum norte teórico sobre a poética contemporânea. Durante a feitura desse trabalho, foi pensada a estrutura de três capítulos: o primeiro aborda o histórico de como chegamos até a era da hipermodernidade, começando pelos Modernistas de 1922; o segundo capítulo nos apresenta as influências da Poesia Concreta na obra de Arnaldo e o último capítulo nos é mostrada a hipermodernidade em sua obra. Espera-se que esse trabalho, sobre a Hipermodernidade em Arnaldo Antunes, auxilie pesquisadores e entusiastas da obra do poeta paulistano e pós-concretista, como também fornecer amparo teórico sobre a literatura feita nesse início de século