Limites simbólicos corporais na prostituição feminina

A partir de minha pesquisa, realizada na rua Augusta, São Paulo, entre 1998 e 1999, este artigo propõe uma reflexão sobre a maneira como as garotas de programa operam os limites simbólicos corporais na prática da prostituição feminina, analisando as relações sociais que essas garotas estabelecem com...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Pasini, Elisiane
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Repositório:Cadernos Pagu (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8635351
Acesso em linha:https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cadpagu/article/view/8635351
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Prostituição. Garotas de programa. Gênero. Corpo. Sexualidade
Descrição
Resumo:A partir de minha pesquisa, realizada na rua Augusta, São Paulo, entre 1998 e 1999, este artigo propõe uma reflexão sobre a maneira como as garotas de programa operam os limites simbólicos corporais na prática da prostituição feminina, analisando as relações sociais que essas garotas estabelecem com suas/seus parceiras/os e com os clientes.AbstractBased on my research in rua Augusta, São Paulo, in 1998-99, this article analyses the social relations garotas de promama establish with their partners and clients, reflecting on the manner those women operate corporeal symbolic limits in the practice of female prostitution.