LYGIA CLARK E JUNG: A RELAÇÃO OBRA-ESPECTADOR E O PROCESSO CRIATIVO

O presente ensaio apresenta a relação obra-espectador na obra de Lygia Clark, artista brasileira contemporânea, à luz da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço. Nos interessa aqui, desenvolver conceitos fundamentais da perspectiva junguiana relacionando-os à problemática fundamen...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Xavier, Luana Lopes, Santos, Nádia Maria Weber
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)
Repositorio:Mosaico (Goiânia)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.seer.pucgoias.edu.br:article/7537
Acceso en línea:https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/mosaico/article/view/7537
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lygia Clark
Jung
Processo criativo
Inconsciente
Obra-espectador
Psicologia Analítica
Arte
Descripción
Sumario:O presente ensaio apresenta a relação obra-espectador na obra de Lygia Clark, artista brasileira contemporânea, à luz da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung, psiquiatra suíço. Nos interessa aqui, desenvolver conceitos fundamentais da perspectiva junguiana relacionando-os à problemática fundamental, a saber, o processo criativo como encontro do inconsciente da artista com o inconsciente do espectador. Para tal, nos detemos à noção de arquétipo de Jung a fim de tratar do simbólico na arte pelo viés das Performances culturais, ressaltando o sonho, a criação e a perpetuação de imagens construídas pelo homem em toda a sua existência. Nesse sentido, Lygia Clark e Jung aproximam-se no texto mediante a ideia de processo criativo como ato terapêutico, correlacionando o inconsciente coletivo às imagens criadas pela artista, entre o inconsciente dela e daquele que vivencia a obra.